sábado, 24 de agosto de 2013

Carry II

Saudações Amantes da Irmandade,

Aqui está a continuação e o final de Carry. Obrigada Vina, esperamos por mais *riso*

Boas Leituras meninas ( e meninos) e não se preocupem, hoje não ficam pendurados *riso*


-Nunca mais me abandone, nunca mais, eu senti tanto a tua falta.- Abanou a cabeça - Mesmo não sabendo quem eras eu senti a tua falta. Eu sonhei contigo, noite a pós noite, mesmo sem saber doía-me o coração sempre que acordava e não estavas lá. Nos meus sonhos tu dizias que me amavas, ninguém nunca me diz que me amava. Era e sempre foi profissional.- Voltou a beija-lo com mais força e doeu-lhe os lábios e ela encolheu-se. Broklyn lambeu-lhe todos os ferimentos, num abrir e fechar de olhos os ferimentos sararam. Carry, olhou o seu macho nos olhos e neles viu amor, respeito e reverencia.
- Deita-te comigo agora, por favor, deita-te comigo.
- Teremos tempo para isso – Carry fez beicinho e olhinhos de gatinha (porque ela é fêmea) – Eu também quero, minha fêmea, mas tu não estás em estado para ter relações sexuais agora.- Ela cruzou os braços a frente do peito.
- Como assim. Não tenho nada partindo, os meus ferimentos desapareceram e eu desejo-te.- Chegou só ouvido de Broklyn – Eu quero-te dentro de mim,- pegou na mão dele e levou-a ao lugar doce entre as pernas, estava molhada. Tão húmidas, que as cuecas estavam mais que molhadas, estavam encharcadas de desejo. Ele sentiu o seu cheiro de fêmea e estremeceu, num instante ficou com uma erecção que faria um poste corar. Não pensou duas vezes, rasgou as roupas de Carry e começou a acariciar-lhe os seios, tomou um com a boca e começou a suga-los. Com a sua boca húmida e quente, abriu caminho com a sua boca. Beijou cada milímetro do seu corpo, em cada beijo que dava era um gemido que ela soltava.
-Sim fêmea, não me escondas nada.- Subiu até aos seus ouvidos e – Dá-me os teus gritos e gemidos, levas-me a loucura só com o teu prazer,- lambeu o seu ouvido e foi directamente ao lugar onde mais queria. Mas não se queria apressar, já passou demasiado tempo desde a última vez que tinham estado juntos. Chegou ao lugar entre as pernas, onde começou a sua magia. Chupou, lambeu e absorveu tudo o que ela tinha para lhe dar. Carry foi levada ao limiar do prazer, atingindo um orgasmo tão violento que parecia ter deixado a sua própria pele. A custo ela disse,- Monta-me, vem-te dentro de mim por amor de Deus  Broklyn montou-a com uma agilidade e com todo o cuidado. Entrou devagar e esperou que ela suportasse o seu membro generoso, beijando-a e deixando-a sem ar. Ela lançou um gemido.
Carry soltou um gemido grave ao sentir o membro generoso do seu homem, preenche-la e a alarga-la, mas o aceitou todo. Broklyn gemeu e começou a bombear. Num movimento langui-nos, para frente e para trás, tomou um dos seios da sua fêmea na boca, beijou e chupou-os. Segurou as suas ancas e a firmou, Carry moveu-se e deixou o seu lindo pescoço a descoberto, um convite que ele não negou. As suas presas alongaram com aquela visão, com a excitação do sexo e sem pensar duas vezes mordeu-a. Carry soltou um grito de prazer, ficou quieta enquanto o seu macho tomava o seu sexo e o seu sangue. Quando tudo ficou mais intenso, ele largou a sua veia e intensificou as investidas. Carry atingiu o clímax, enquanto Broklyn também se lançou no precipício com ela. Os dois se deitaram lado a lado inertes e saciados. O macho a tapou e a aconchegou no seu peito, a embalou e cantarolou uma canção de embalar. Deixou que ela adormecesse primeiro e logo de seguida também adormeceu. Acordando com o som de alguém na cozinha, era Carry que estava a preparar a sua especialidade, panquecas.
-Queres o pequeno-almoço? Depois de todo o exercício de ontem a noite,- Sorrio – deves ter fome.
Broklyn sorrio, chegou-se a ela e deu-lhe um beijo longo e delicioso, deixando-a zonza.
-Bem bom dia também para ti. Olha, não sabia o que querias e como também tenho fome fiz, panquecas, café, bacon, ovos – espera ainda não acabei – espera ainda não acabei. Salada de frutas, com morangos, pêssegos, uvas, manga, - gemeu – adoro manga, e esta está docinho, como os teus beijos.- Deu-lhe um pedaço e beijou-o.
- Eu também adoro, mas sabes do que gosto mais,- beijou-a de volta - de ti e que tenhas cozinhado para mim.
Sentaram-se a mesa e Broklyn alimentou a sua fêmea, deixando-a saciada e sem mais fome.- Já não posso comer mais, assim arrebento. Agora come tu,- dito isso o seu estomago lançou um rugido e os dois se riram - é eu sabia que tinhas fome, come eu sirvo-te.
Broklyn comeu tudo o que tinha para comer e algumas panquecas que a sua fêmea fez. Conversaram, de como iria ser a vida dai em diante, e de como Carry não voltaria a sua antiga vida. De como era melhor, ficar na vida dele e de como Broklyn a iria proteger para todo o sempre.
- Sempre,- franziu o nariz - eu sou humana meu amor não vivo para sempre. Eu envelheço e morro como todos os seres humanos,- Broklyn fez má cara – se quiseres ficar comigo terás de ter isso em consideração, vou morrer antes de ti. Se quiseres ficar comigo é assim que é.
- Mas eu quero ficar contigo, e se tu morres eu vou contigo. Olha, já tivemos esta conversa e eu já sei o que vais dizer, por isso eu tive de te deixar ir. Mas as coisas são assim. Tu não consegues ficar sem mim, e eu não consigo viver sem ti. Vamos fazer um pacto, quem morrer primeiro o outro vai atrás, - Carry abanou a cabeça – não me digas que não fêmea, não viverei num mundo sem ti. Se tu viveres tudo bem, mas a dor vai tomar conta de mim. Eu sei disso e sei que tu sabes disso.
A chorar Carry disse,- Eu também, não sei viver sem ti meu amor, nunca mais quero viver sem ti. Está bem, faremos um pacto e o futuro dirá como vai ser.

Dito isso, foram para o quarto aproveitar e viver um dia de cada vez. O futuro a Virgem pertence, e só ela saberá o que vai acontecer.



*Nasan