quinta-feira, 6 de março de 2014

NO INTERVALO DA IRMANDADE – Sugestões de leitura



Bom dia!
Hoje estou em modo de negócios. Sinto-me a verdadeira profissional.

1 – Cena Eliminada: Z – resposta a comentários -

Como a Viviana e a Marta disseram, e muito bem, foi pouco. Eu sei, mas não deu para fazer mais, porque estou encravada. Mas como gostaram, menos mal.
A MissyLi e a Sandra Afonso estão como eu… com falta de ar. Preparem a cadeira de rodas, que quando sair o resto ficam sem forças… Ahhhh…
A Rute diz ter adorado e a Sara já está a dizer que eu hei de ser a morte dela. Vamo-nos entender. Mim está aqui para dar vida à vida, mim não mata. E se estão a gostar, é porque isto está a correr bem, certo?

2 – O Livro Amarelo –

A MissyLi colocou uma série de questões à tradução, uma delas partilhada pela Viviana (aquela do “olhar morango” que, para quem não sabe, quer dizer que Tohr lançou a Autumn o mesmo olhar minucioso com que escolhia morangos para a alimentar). De facto, não consigo compreender muito bem as opções de tradução. Há algumas expressões que são tão literais (essa do “olhar morango”) e outras que estão absolutamente adaptadas à nossa realidade. Recordo-me, por exemplo, de, em duas páginas consecutivas, aparecer “euros” numa e “dólares” na outra. O mesmo se passa com a linguagem que está num registo informal em 90% do livro, mas em 10%, não se sabe por alma de quem, é usada linguagem num registo muito superior.
Também não entendo, porque é que não se dá por encerrado o capítulo Primal / Primale / Primacho / Primevo… nem qual foi a epifania do tradutor para, de repente, aparecer “Máscara de Ferro” e, desde o livro anterior, “Derramador de Sangue”.
Na verdade, o que nos interessa, é que mandem os livritos cá para fora e, verdade seja dita, se não fossem essas coisas traduzideiras, não tínhamos tanta coisa para dizer…

3 – Mi Micas Musa:

Cantem todos:
As saudades que eu já tinha
da minha alegre Miquinhas
tão maluca quanto eeeeeeeeeeeu…


NO INTERVALO DA IRMANDADE


Sugestão nº2 – Série: Anita Blake, caçadora de vampiros, de Laurell K Hamilton




Prazeres Inconfessos (1º livro)
O Cadáver Trocista (2º livro)

Ora aqui está uma série que ando a seguir há rores de anos, se não me engano já ultrapassou o vigésimo volume. Como as minhas leituras vão um tanto ou quanto adiantadas, vou-vos dar a minha impressão acerca disto tudo, embora não consiga especificar exatamente de que falam esses dois livros em particular.

Anita Blake é uma mocinha sem papas na língua e engraçadíssima. Má como as cobras quando lhe pisam os calos e é necromante. Tem uma honrada carreira numa empresa a reanimar cadáveres. Faz zombies… Quem tem dinheiro para pagar, encontra nos mortos uma fonte de informação: são testemunhas de crimes, podem clarificar situações relacionadas com testamentos, etc. Com o andar da coisa, passa a ser a “caçadora de vampiros” – Aquilo de controlar mortos vai ajudar, já que os vampiros não estão propriamente vivos, não é?

Sei que, no início, tinha uma vida amorosa inexistente, que andava um vampirão salivante (Jean-Claude) a fazer-se ao piso, mas que ela acreditava que o seu parceiro devia ser “normal”, humano (Diz uma necromante… que é do que mais normal pode haver… Ai, e tu que fazes? Eu acordo os mortos…) e envolve-se com um outro salivante macho que, no andar da carruagem vai-se descobrir que é lobisomem. Piu! Algures, num livro qualquer, acaba por formar uma espécie de triângulo de poder – ela, lobito e vampireco – e, sim, há cenas de sexo a três. Muito mais para à frente na série, vai haver sexo com tudo o que mexer, e se fosse só a três…

Estes livros estão cheios de ação e machos estonteantes à volta da rapariga que tanto os enxotou, há lutas de poder, criaturas sobrenaturais a sair de debaixo das pedras do caminho e, a partir de um determinado momento, há sexo em cada esquina. E foi este último pormenor que me fez esmorecer, porque parecia as 50 Sombras – neste caso, as 50 Criaturas do Harém da Anita. Mas isto só acontece a partir do sétimo livro… ou lá mais para a frente.

Os livritos são pequeninos (300 – 400 páginas), os diálogos são fabulosos, mas ouvi dizer que a tradução não é das melhores. Sim, OUVI dizer, porque mim não foi lá vê-las. Escusado será dizer que aparecem lá coisas de encher o olho e as medidas e que, algures na continuação destes dois livros, a historita devia ter 5 bolinhas vermelhas. Talvez 6 não fosse exagero… O que é que se aprende com eles? Na-di-nha, o que às vezes é muuuuuito bom.

Se o morceguito recomenda? Ó meus amores, se tiver letras, eu recomendo TUDO. Nem que seja para verem como é mau… he he he… Cada um veja que tipo de leituras gosta de fazer, espreite a carteira, faça contas à vida e decida.

Cusquedo de preços: 16,90€ (wook/fnac)

Beijos bons.

Leyam livros.

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