domingo, 30 de junho de 2013

A fotojornalista e o Guerreiro

Saudações Amantes da Irmandade,
e hoje é dia de mais uma história enviada pelas nossas fãs.

Hoje deixo-vos com a história da nossa querida E.M

A fotojornalista e o Guerreiro

Como é habitual na minha rotina saí  agora do Jornal, a minha vida deixou de ter horários normais desde que sou fotojornalista, mas pelo menos faço o que adoro.
 Como não tem acontecido nada em Caldwel que seja relevante para a minha investigação decido passar pela esquadra para falar com um amigo de longa data. Com certeza que ele me dirá alguma novidade. Pelo caminho paro para comprar café pro pessoal, é sempre bom oferecer algo agradável quando vamos arrancar informações a descarada.
- Boa noite rapazes. Então como estão? Tenho café para todos!
- Olá Liz. Oh obrigada, é sempre bom beber algo que não seja esta agua de aquário que o capitão teima de chamar café.
Alec  veio imediatamente ter comigo, como me conhece muito bem já sabe ao que venho e não parece estar de bom humor. Compreendo-o ligeiramente, da última vez meti-me num grande sarilho por causa desta minha pequena e bizarra investigação.
- Não desistes dessa tua investigação sem sentido Liz? – Alec sempre foi o meu melhor amigo e depois de finalmente ter desistido de me conquistar a nossa relação tornou-se muito melhor.
-Oh vá la, sabes tão bem como eu que algo nesta cidade há muito tempo que não é normal! Sabes mais alguma coisa da velha casa que explodiu a umas semanas no bosque a alguns quilómetros daqui?
- Não detetive.
Ok vou ignorar o desdém colocado na palavra, não te esqueças é teu amigo Liz. Calma . . . Calma!
- Mesmo que soubesse não te poderia dizer nada, da última vez que arrancas-te uma pista ao pessoal terminas-te no meio de uma rusga a casas de crack.
-Quando vais parar de falar sobre isso? Já te expliquei tudo, a minha investigação levou-me até la, esses tipos não traficavam apenas droga, parecem que tinham algumas casas pela cidade e raptavam pessoas. 
Deus por vezes Alec é um casmurro que não leva a serio as minhas investigações. Não é apenas droga algo mais se passa naquelas casas!
- Mas nunca apareceu ninguém na secção de desperecidos que fosse eventualmente ligado a eles. Não os conseguimos acusar de nada. Tens de parar com isso Liz, não te posso proteger mais.
- Ok como queiras. Também nunca pedi a tua proteção Alec! Boa noite rapazes. Fiquem bem.
- Boa noite Liz. – Disseram todos em quase perfeita harmonia. – Olha as rugas mau feitio, o stress vai-te por feia, boneca – Gritou Alec do fundo da sala enquanto saia da esquadra.
- Vai pro caralho!!
Bem, como estava irritada decidi ir ao local da casa que foi pelos ares. Fica nos arredores da cidade. Com a minha mota devo demorar cerca de 25 minutos. Preciso do ar fresco e tenho a forte sensação que devo ir la está noite sem falta. São 2:15 da manha, estou acordada desde as 6:30, bolas amanha não saio da cama, vou aproveitar a folga ao máximo. Gelado. Cerveja. Pijama todo o dia. Sim é um bom plano.  
Ao chegar deixei a mota a uns 50 metros do local, não quero fazer barulho ao chegar, nunca se sabe se pode estar alguém por la. Guardo a chave no pequeno bolso esquerdo da minha mochila do equipamento fotográfico, levo-o sempre comigo.
Quando estava dentro do que sobrou da casa ouvi passos no exterior. Rapidamente deixei-me invadir pelo pânico, a minha respiração ficou descontrolada, passado uns minutos deixei de ouvir barulho no exterior e senti alívio, sai lentamente do canto onde me tinha escondido e com os joelhos e mãos no chão fui até a janela, dessa forma posso ver o espaço fora da casa.
- Porque não paras de te meter onde não és chamada? Desta forma tornas muito difícil  poder proteger-te?
Quando ouvi aquela voz que parecia que estava mesmo ao meu lado dei um grito e rastejei até a parede, todo o meu corpo tremia. Quando finalmente olhei  para o homem que estava frente a mim, o meu coração parou. Tem umas calças de cabedal preto, botas enormes de combate e uma t-shirt preta justa ao corpo que faz com que todos os seus músculos sejam visíveis, está fortemente armado.
O que mais me espantou foi o seu rostro, tem um ar feroz, mas é o homem mais belo que vi em toda a minha vida. Os seus olhos são verdes com uma incrível mistura de dourado, o seu rostro quadrado e lábios perfeitamente delineados criam um rostro duro mas ao mesmo tempo totalmente cativante. Tem o cabelo negro como a noite, cai pelos seus ombros e parece macio como veludo. Foi difícil, mas recuperei a compostura e consegui organizar os meus pensamentos.
 Proteger-me?! Oh Deus porque tinha de encontrar um psicopata que me quer proteger?! AH deveria ter dado ouvidos a Alec.
  - Se me fizeres alguma coisa tenho amigos na polícia que sabem que estou aqui. Não te vais safar facilmente. Eu sei que se passa alguma coisa manhosa nesta cidade?!
- Se eu quisesse fazer-te alguma coisa, já o teria feito Liz.
- Como sabes o meu nome?! Ouve la filho da mãe, se tentas tocar-me vais levar nas trombas!!
- Não gosto que me ameacem minha pequena Liz. Apesar que adoraria ver toda essa tua garra numa cama. La podes fazer comigo o que quisesses.
 O seu tom de voz é totalmente sedutor e encantador. Será que estar em perigo eminente sube a minha libido? Quando ele veio na minha direção não fiz nenhum esforço para fugir ou o afastar de mim.
- Adoro o teu cheiro. Já tinha saudades tuas. Não tenho podido estar perto de ti minha leelan.
- Hã?! És doido. – Pus toda a força possível nas minhas palavras, mas deixei de o conseguir, todo o meu corpo parece responder aquele homem.
- É incrível como sempre és tão mais forte do que eu. Estou a fazer um esforço por ser sedutor e tu ainda me resistes. Uma palavra tua e caio aos teus pés meu amor. Estou louco de desejo por ti.
Ao olhar para as suas calças vi a sua ereção e reparei que a sua respiração começou a ser ofegante. Todo a ar a nossa volta mudou e reina um intenso aroma a bosque noturno apos a chuva. Intenso, relaxante, misterioso.
- Eu conheço-te certo? Diz-me de onde? A Quanto tempo?
- Sim conheces, vi-te pela primeira vez a 6 messes numa noite quando fazias a mesma investigação. Ficas-te próxima demais do nosso esconderijo e fui eu quem recebeu ordens para te tirar do local . . . Agradeço a Virgem por essa noite. Desde esse momento eu sou teu.
 A minha cabeça parou de funcionar, todos os meus pensamentos ficaram turvos e apenas uma coisa surgiu no meu pensamento, apos perder toda a razão disse sem medo.
-Beija-me. Quero sentir-te. Agora.
Ele inspirou profundamente e num movimento rápido e delicado tomou-me nos seus braços. Antes de me tomar nos seus lábios parou por uns segundos, olhou-me profundamente nos olhos e disse num tom de voz baixo e doloroso.
- Amo-te. És o meu mundo. És minha e eu sou teu. Amo-te.
Antes que eu pudesse responder beijou-me. Primeiro foi suave e depois começou a exigir mais e mais, eu sem resistir deixe-me levar a exigir cada vez mais dele. A sua língua quente e húmida invadiu lentamente a minha boca, com suaves movimentos, quando respondi a sua invasão ele ficou mais feroz e todo o meu corpo tremeu. Em mim só existe desejo por aquele homem.
- Oh Virgem cheiras tão bem, consigo sentir o teu aroma. Sei que me queres.
- Não pares, quero-te dentro de mim, por favor.
Rapidamente  passei a estar debaixo dele, ele apoia-se nos braços e beija-me ferozmente. Eu absorvo cada momento, cada toque, cada aroma. Ele está a levar-me a loucura. Enquanto passe-o a minhas mãos pelo seu peito e abdómen ele levanta-se e finta-me.
- Deixa-me desarmar primeiro. Não te quero a mexer nas armas. Um risco desnecessário.  
Neste momento estou ofegante e imploro com todo o meu corpo por mais.
- Eu não faria nada contra ti. Não percebo o porque mas também és meu, fazes parte de mim.
Surpreendeu-me quando do fundo da sua garganta surge um rugido e sinto o aroma ficar mais intenso.
- Amo-te leelan.
Prosseguimos com os beijos e eu sem perder tempo tirei-lhe a t-shirt. Quando finalmente toco no seu peito suave e quente todo o meu corpo explode e sinto um calor emergir desde o meu ventre e explodi de prazer debaixo dele.
Voltou a rugir e deliciosamente tira o meu top, arranca o meu sutiã com os dentes e morde delicadamente os meus mamilos para depois os beijar demoradamente. Eu gemo e rodo as minhas ancas debaixo dele e sento a sua ereção palpitar, estou a dar-lhe prazer e isso faz com que me sinta maravilhosamente bem.
Levo as minhas mãos as suas calças e sem perder tempo desaperto o seu cinto e coloco a minha mão a sua grande ereção, começo lentamente a subir e descer a minha mão sobre o seu pénis. A sua respiração para por uns segundos e todo o seu corpo começa a responder ao meu toque, eu tenho poder absoluto sobre ele e adoro poder controla-lo dessa forma.
Lentamente enquanto me beija, começa a subir e descer lentamente as suas ancas sobre mim, posso sentir o peso da sua ereção sobre o meu sexo, estou molhada e não consigo aguentar muito mais tempo, o meu corpo deseja tê-lo dentro de mim, apesar de não saber se conseguirei, ele é grande. Quando já não aguento mais imploro por ele.
- Por favor entra dentro de mim, não aguento mais, estas a levar-me a loucura.
- Eu sei meu amor! Parte do meu prazer é saber que lentamente todo o teu corpo se prepara para mim. Mas primeiro quero provar-te, quero fazer-te vir com a minha boca.
Assim que ele diz essas palavras começa a percorrer de novo os meus seios e abdómen com suaves e delicados beijos. Quando chega ao meu sexo beija-me por cima das calças, mas rapidamente as puxa eu tento ajudar para tornar o processo mais rápido mas ele para-me.
- Se fores ansiosa demais terei de prender as tuas belas mãos, não quero apressurar este momento.  
Deus a imagens de ele prender-me as mãos e fazer de mim o que quisesse deixam-me doida de desejo. Tudo com ele é selvagem e delicioso.
- Não é uma má ideia.
Os seus olhos ficam selvagens com o desejo, com um forte puxão rasga as minhas cuecas e invade-me com a sua quente e molhada língua. Perco o controlo e grito de prazer, ele enterra a sua língua cada vez mais fundo dentro de mim, e a retira-a lentamente. Sinto os seus dedos macios escorregar para dentro de mim e deixo-me levar, expludo de prazer mais uma vez, tenho as mãos entrelaçadas nos seus cabelos e conduzo-o através do meu sexo. Não que ele precise de instruções, mas sim porque quero ter a certeza que ele estava aqui comigo e que não é apenas um sonho.
- Adoro-te, sabes tão bem. És tão doce e ao mesmo tempo intensa. Deixas-me louco podia passar o resto da minha vida a fazer isto.
Não consigo falar ainda tento normalizar a minha respiração e a força das minhas pernas. Lentamente deita-se por cima de mim outra vez e desta vez penetra-me. Quando entra em mim fá-lo lentamente, leva-me a loucura mais uma vez. Fecho as minhas pernas em redor das suas ancas e dessa forma ele consegue entrar mais fundo em mim, começo novamente a gemer de prazer e desta vez também ele. Num misto de gemidos e rugidos deixá mo-nos levar.
- Não consigo aguentar mais. És deliciosa.
Quando ele intensifica as suas investidas todo o meu corpo o recebe e responde a sua paixão, mas de súbito sinto que saí de mim antes de terminar.
- Não, quero que te venhas em mim, quero tudo de ti.
O olhar dele é de entrega total, de paixão, amor. Ceus nunca ninguém me olhou dessa forma. Eu amo este homem a ninha vida é dele, todo o meu ser é dele!
- Amo-te. . . Amo-te.
Volta a investir intensamente sobre mim, está cheio de paixão e amor. Beija-me como se o nosso mundo fosse terminar neste momento, quando se vêm, sinto todo o seu poder e amor fluir para dentro de mim. Neste momento o aroma dele tornou-se mais forte e invadiu-me, os dois partilhávamos agora a mesma essência.
Ao longo da noite deixá-mo-nos levar pela paixão mais duas vezes. Quando estávamos saciados e exaustos deita mo-nos entrelaçados, no silêncio da noite.
- Porque sinto que não é a primeira vez que isto acontece? O meu corpo conhece-te, eu conheço-te. – Sinto uma dor no peito que não consigo descrever.
- Não, não é a primeira vez que isto acontece. Perdoa-me por obrigar-te a esquecer-me sempre que estamos juntos.
- Não faças isso hoje, deixa-me ficar com as tuas memórias. Eu amo-te. 
Ele faz um gesto com sua mão e todas as memórias que tinha dele voltaram. Os meus olhos enchem-se de lagrimas e começo a chorar de uma forma nada feminina, pereço uma criança a quem tiraram o seu brinquedo favorito. Soluço e não consigo falar. A única coisa que faço é, abraça-lo com mais força, enterro a minha cara no seu peito e choro durante um tempo. Quando finalmente me acalmo, digo aquilo implorava por sair da minha boca e que sei que também ele quer ouvir.   
- Tive saudades tuas, Kale. Amo-te.
Ao ouvir-me dizer o seu nome todo o seu corpo reagiu as minhas palavras e o seu aroma voltou a emergir, a envolver-me. Sabia agora tudo sobre nos outra vez, como nos conhecemos a seis meses. Ele foi ter comigo quando me aproximei de umas instalações suspeitas nos arredores da cidade, assim que o conheci senti uma tremenda paixão por ele, parecia que estávamos destinados a conhecer-nos. Ele levou-me de novo para a centro na cidade, pela primeira vez alguém conduziu a minha mota além de mim. Paramos em frente ao meu prédio e sem pensar nas consequências convidei-o a subir e tomar um café para assim conseguir saber algo mais sobre ele e fazer progressos com a minha investigação.
Na seguinte noite ele voltou e sem me aperceber falávamos agora de tudo um pouco e estava totalmente apaixonada por ele. Passaram-se as semanas e como que por magia ele conseguia estar sempre ao meu lado quando eu me metia em problemas. Na noite da rusga na casa de crack fui salva por ele, só saiu do meu lado quando Alec chegou com o restante departamento de narcotráfico da polícia de Caldwel.
Numa noite em que ia partir mais uma vez para investigar ele tornou-se super protetor e não concordou comigo. Discutimos e saí na mesma, tinha mesmo de seguir a nova pista, deixei-o em minha casa e parti, senti o meu coração quebrar e afundar-se num vazio.
Tive alguns problemas no local e como que por magia ele apareceu la e defendeu-me. Trouxe-me para casa furioso e eu exigi que disse-se o que ele era realmente, porque é que tudo a sua volta era um mistério maldito mistério e como é que ele sabia sempre onde é que eu estava.
Ele disse-me tudo sobre o mundo dos vampiros, disse-me tudo sobre ele. Era um guerreiro vampiro. Disse que tinha um Rei que liderava a sua raça, que não respondia a sua autoridade, mas que também não era contra ele. Apenas era um guerreiro solitário numa sociedade liderada por um Rei cego e ameaçada por uns inimigos cruéis chamados de minguantes. Procurava vingança pela sua família que tinha sido morta nesse verão pelos minguantes. Tinha perdido todos os que amava por causa deles e agora estava sozinho.
- Não apagues as minhas memórias outra vez, não quero que voltes a ficar sozinho. Tens-me a mim agora. – Na minha voz deixei sair um suplico desesperado
- Não o farei, mas tens de me prometer não falar com ninguém sobre a nossa relação e parar com a investigação. Isso é um problema da minha raça e já estamos a tratar disso.
- Prometo. Fica comigo para sempre, por favor.
- Sim prometo. A minha vida sem ti não faz sentido és, minha leelan e eu serei para sempre teu.
Somos interrompidos pelo seu telemóvel. Ele atende sem me soltar. O calor do seu corpo é fantástico e calmante.
- Sim, eu vou. Trez já disse que sim. Ainda está noite falo com vocês sobre o que descobri. Diz ao Rev que pode contar comigo. Ok.
Desligou, a sua conversa foi curta como sempre que falava ao telemóvel. Infelizmente sei que ele tem de partir falta pouco para o dia nascer.
- Tens de ir, está quase a raiar o dia.
- Eu sei, mas não queria que isto terminasse já.
A sua voz soa abatida. Tinha de mudar o rumo da conversa com algo mais animado.
- Fico a tua espera para jantarmos juntos. Faço massa a carbonara que tu tanto adoras e que é a única coisa que sei cozinhar decentemente.
 Ele riu e a sua voz voltou a ser doce e profunda. Despedi-mo-nos com a promessa que ele voltaria. Regressei a casa, tomei banho, dormi e preparei-me para receber o meu amado outra vez. A minha alma encheu-se de alegria quando saio da cozinha com os pratos e vejo Kale parado na sala com uma garrafa de vinho na mão.
- Trouxe a bebida para acompanhar o teu delicioso jantar.
- Sabes que além do vinho deverias trazer uma sobremesa também?
- A minha sobremesa és tu. A seguir ao jantar gosto de algo doce.
Aquelas palavras trazem consigo a promessa de mais uma noite de paixão ao seu lado. Fico feliz, finalmente estamos juntos, sei que no futuro teremos problemas, mas lidarei com isso a medida que for necessário e com ele ao meu lado o mundo parece pequeno, sinto-me capaz de o enfrentar de cabeça erguida.

Gostaram? Assim espero, eu adorei

*nasan

5 comentários:

Está muito fixe, os personagens principais fazem-me lembrar dos nosso soberanos favoritos. XD

Oh Meu Deus está excelente, simplesmente fantástica :)

Muito bom sim senhora...menina muito inspirada! Faça favor de continuar

Onde andava esta E.M que não apareceu antes?
Fantástico! Está muito bom!
Vamos ter que instituir prémios a esta gente!
Parabéns!