sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Era uma vez, no campo.

Saudações Amantes da Irmandade,

hoje trago-vos mais uma história enviada por uma fã, a nossa querida Vina. A autora de Um Homem de Sonho.

Boas leituras!

Esta história passou-se a muito e muito tempo. Quando não havia carros, telemóvel, aviões, nem essas modernices.
       Há muito tempo, uma rapariguita morava no campo com o pai e os seus irmãos. Trabalhava dia e noite para eles. Não conhecia mais nada da vida, a mãe tinha morrido de febre amarela e os irmãos trabalhavam com o pai no campo. Ela passava os dias a limpar, a cozinhar e a sonhar que um dia um princepe viria num cavalo branco salva-la do seu destino infeliz.
      Ela sonhava, sonhava e sonhava mais um pouco, mas todos os dias eram iguais começavam e terminavam da mesma maneira.
      Mas num certo dia foi diferente, ela acordou e disse para si mesma: Hoje vai ser diferente, sim Diana vai acontecer alguma coisa, sinto que vai acontecer alguma coisa de muito importante. Deu um salto da cama e foi aos seus afazeres diários. Mas quando foi ao estábulo viu alguma coisa de anormal com os animais. Os animais estavam mais agitados, mais do que normal. Andou até ao fundo do estábulo, onde estava mais escuro e viu o feno a mexer-se. A medo ela chegou-se mais perto e foi quando ouviu alguém a gemer.
        – Quem,..quem...está...ai,- pergunto a medo – olha que eu vou chamar o meu pai. Aparece, aparece eu não tenho medo de ti, quem está ai. - Chegou mais perto e espreitou, qual o seu espanto. Er um homem magnifico, mas estava ferido. -  Ai meu bom Deus? O que lhe aconteceu?
   – Não chegues perto fêmea, não te aproximes mais.- gemeu, ela não parou. A sua voz parecia chamar-lhe, era tão profunda e ainda por cima ele estava ferido, o que a preocupava.
   – Por favor deixe-me ajudá-lo, eu não o vou magoar por favor. - Pé ante pé, ela  chegou mais perto. Tinha uma ferida de pistola no abdómen, e uns cortes. - Oh meu Deus, o que eu posso fazer para o ajudar, eu vou buscar agua e panos.
  – Ah, humana porque queres-me ajudar, queres mesmo,- ela acenou com a cabeça – estás a ver aquela bola de fogo no céu – Diana franziu a testa -  sim humana, estou a falar do sol.  É daquilo que eu preciso de me esconder. Será que me podes esconder até ao anoitecer.
  – Sim...sim, posso. Mas e os ferimentos, não precisas de um medico, -  ele apontou para a entrada -  ah sim espere que eu vou fechar. Tens fome, - ele começou a levantar do meio do feno, e oh my dear god, era magnifico, ela ficou especada a admirar aquele espécimen magnifico. Diana vivia com 4 homens, o pai e os irmãos e nenhum era como este.
   – Sentes-te bem, - chegou-se mais perto – fêmea estás bem. Acorda, senta-te. Ai minha Virgem Escrivã, o que está a acontecer.
   – Ahhhhmmm, eu estou bem, - disse com uma voz sumida – ahhhmm, não tens uma camisa para te tapar. – olhou de cima a baixo – Eu vou buscar...humm...ai jesus, vou buscar comida e agua. Bom até já e depois vais-me dizer porque não podes andar ao sol. Bom e vou ver se arranjo alguma coisa para te tapares, - ele chegou mais perto -  aaaai jesus eu já volto.
   – Hahahahaha, - ele riu-se – o que se passa minha querida, estou muito nu para ti. - constrangida ela abriu a porta do celeiro saiu fecho e encostou-se da parte de fora.
    – Ai meu bom jesus, mas o que é isto que eu estou a sentir.
       Não demorou muito a chegar a ele, voltou com comida, agua, vinho e uma camisa do seu pai e quem diria não servia. Bom mas para quê uma camisa seria um crime tapar aqueles peitorais magníficos. Enquanto ele comia ela observava, maravilhada. Quando ele acabou começou o questionário. Curiosa por natureza, mandou um enchurrilho de perguntas.
        – Como te chamas? Porque não podes andar ao sol? Não és um criminoso pois não? O que fazer no meu celeiro,o...?
        – Elá, - levantou os braços num sinal de rendição - temos aqui uma fêmea muito curiosa não é. Bom são muitas perguntas e eu não te vou responder. A única coisa que eu posso te dizer, é que não sou nenhum criminoso e mais nada.
        – Bom, primeiro de tudo se não me responderes as minhas perguntas não te vou poder ajudar. E depois, ao anoitecer o meu pai e os meus irmãos voltam e se te verem aqui com certeza que te vão matar e depois a mim.
       – Mas porque é que te iriam matar, tu és uma fêmea e ainda por cima da família. A mim eu até percebo que tentem, mas tu fêmea. Bom não percebo. - Abanou a cabeça.
       – Bom não tem nada para perceber. Eu sou uma fêmea como dizes, só sirvo para lavar limpar e cozinhar, a minha mãe morreu eu era pequenina e só tenho irmãos, que trabalham com o meu pai no campo. Não me deixam ir a vila passo os dias aqui nesta quinta. As vezes apetece-me fugir sabes, - desabafou – sabes nem devia estar aqui contigo. Alias quando eles saberem vão nos matar.
        – Bem podem tentar, - sorrio – mas só conseguem se eu deixar, e deixa estar que se quiseres tiro-te daqui, - chegou mais perto – queres.- Olhou a dentro dos olhos e perguntou -  És feliz Diana eu era capaz de te fazer muito feliz e tu farias de mim o macho mais feliz do UNIVERSO.
        – Lindas palavras as tuas, mas eu nunca irei ser feliz nesta vida. E quanto a te fazer feliz eu não sei como conseguiria fazer isto. -  Olhou com os olhos a cintilar, estava preste a chorar – sabes eu até te poderia fazer feliz, mas a mim não conseguirás. - Dito isso, ele veio para cima de dela com tudo. Ela nem deu conta do que se estava a acontecer, numa hora estava sentado a frente dela e no outro estava a beija-la. E ela não resistiu nem por sombras. Deixou que ele explora-se cada milímetro da sua boca. Quando ele se afastou Diana estava tonta e teve que fechar os olhos.
        – Humm,hamm,humm- não conseguia falar-, obrigada mas não precisas de parar. Chegou-se mais perto e sinto um cheiro intenso que não conseguia explicar. Não se importou. Naquele momento o que importava era o homem e a mulher que estão fechados num celeiro. Espera – abanou a cabeça- não sei nada sobre ti, não me quero precipitar. Para começar, como te chamas?
         – A sério fêmea, que queres saber estas coisas primeiro.- Franziu a testa e olhou bem nos olhos dela – Bom eu chamo-me Branson, não suporto o sol porque sou um vampiro, -  cheirou o ar – não tenhas medo eu nunca te faria mal, nunca mesmo – chegou mais perto e puxou-a para si.
        – Eu não tenho medo, não sei porque mas não tenho medo. - Cheirou o ar -  Mas que cheiro é este, meu Deus.
       – Não gostas,- Branson afastou-se – é meu, não gostas. Eu desejo-te tanto e quando um macho da minha espécie deseja uma fêmea emana este cheiro e se permitires estará sobre a tua pele,tu deitas o mesmo cheiro que eu. E isso dirá a qualquer macho de quem és e quem irá arrancar-lhe a pele se se meterem contigo, de qualquer modo.
      – O quê,- ela encolheu-se pois lembrou-se que ainda era muito virgem e ele era muito macho, será que iria conseguir? Será que iria gostar? De uma coisa ela sabia, desejava-o, como nunca desejou nada nem ninguém na sua vida. E pela primeira vez na vida iria fazer uma coisa que queria, doa a quem doer.- Eu também te quero mas tens que saber uma coisa. Eu, humm,hammm...
      – Sim, diz eu sei que me desejas, o que poderá ser. Oh minha querida virgem, estúpido – pensou- Tu és virgem não és e estás com medo com o que vai acontecer. - Diana abanou a cabeça – Não vai acontecer nada que tu não queiras eu nunca te iria magoar, nunca, arrancaria o meu próprio membro antes de te fazer mal minha fêmea.
      – Ok primeiro sim eu sou virgem, segundo eu quero perder a minha virgindade e quero contigo e por ultimo eu não tenho medo nunca. Eu vivo com 4 homens que me maltratam, me batem e que por uma infelicidade do destino são meus familiares. Se pudesse fugiria, mas não posso. Eu quero isto e vai acontecer. Agora cala-te e avança. Faz-me tua pelo amor da santa.
      – Tens a certeza eu nã...-Não deixou acabar a frase, saltou-lhe para cima e calou-lhe com a sua boca, mas Branson conseguiu afasta-la com nenhum esforço – Hum, tens a certeza disto. Eu não te quero magoar – disse aflito.
     – Mais acção e menos conversa por favor. Está quase a anoitecer e ainda não fizemos nada. E para ser franca estou a ficar frustrada com esta conversa toda, eu não tenho medo, quero isto e não me vais magoar. A sério por favor- olhou no olhos dele – olha para mim, por favor -  ele abana a cabeça – por favor.
     – Olha eu não te quero magoar. Tu nunca,... fizeste amor com ninguém e não sabes, mas doí, na primeira vez que uma fêmea faz sexo. Tu nunca tiveste ninguém, nem nunca falaste com ninguém sobre isto. Se quiseres, eu faço porque eu também quero....- não acabou a frase Diana saltou para cima do vampiro e começou a tirar-lhe as calças. - Minha fêmea, eu quero isto, eu quero levantou-a do chão e deito-a no feno com muito cuidado e reverencia. Mais parecia estar a lidar com um diamante precioso e era como Diana estava a se sentir um Diamante.- Eu quero isto, quero muito, muito, muito.
      Beijou-a com muito amor e  reverência, mas não ficou por ai. Despiu-a revelando os seus seios perfeitos, o seu abdómen liso enfim o  corpo perfeito. Beijou-lhe o corpo,lambeu-o,chupou enfim amou-o da maneira que um vampiro sabe amar e venerar uma fêmea eleva-la ao céu. Mas chegou a altura de a penetrar e ai ele parou.
     Ofegante Diana disse:-Mas...porque...é...que...paraste..., por favor continua – como um animal, Branson mostrou os dentes com as presas num sorriso.
      – Não, só estou a ver se ainda tens a certeza, - abanou a cabeça afirmativamente – sim eu já adivinhava que sim. Levantou-se e penetrou-a com rapidez mas também com delicadeza, toda a delicadeza que só um amante carinhoso pode ter.  Para Diana, a dor foi intensa mas nada que não possa suportar e ele adorou. Não só fazer amor com a sua fêmea mas também a forma que ela o tomou inteiro e sem o afastar. Ao acabarem ficaram os dois deitados a acariciarem-se mutuamente.
       – E agora,- perguntou Diana - o que fazemos? Tu vais-te embora será que algum dia te irei ver?-Branson sorriu e mostrou as suas presas.
      – Fêmea, tu... nunca... mais... vais... te... ver... livre... de... mim. -  foi dando-lhe beijos pelo corpo todinho e ela adorou. -  Mas primeiro tenho que tratar de umas coisas. Vou tratar o mais rápido possível, para poder te vir buscar e contar mais sobre a minha raça. - Dito isso, fizeram amor uma ultima vez, antes de Branson se ir embora. Fizeram amor lenta e demoradamente, chegou a altura dele se ir embora. Depositou-lhe um ultimo beijo na boca da Diana e embrenhou-se na noite escura, com a promessa que iria voltar em breve.
       Os meses foram passando e Diana esperou, esperou e esperou mais. E sabem que mais ela fico gravida do seu vampiro e ela não podia estar mais feliz da vida. Pois ele ainda não tinha voltado, mas tinha deixado uma razão para ela viver e que lhe deu forças para esperar. Numa bela noite o seu belo amado,aparece do nada, lindo e maravilhoso como ela se lembrava dele. Espantada pensava estar a ter uma visão e não quis acreditar nos seus olhos.
       – Oh meu Deus se é um sonho não me acordes, esta visão é o que eu estou a espera desde do dia que ele se foi. - As lágrimas começaram a cair dos seu olhos cansados de chorar. Diana só acreditou quando ele se chegou a frente e agarrou-lhe nos braços. Embalando-a e acariciando a sua barriguinha que já se notava. Atónito ele não sabia o que dizer só a apertava nos braços e a acariciava e chorava. As lágrimas, caiam-lhe dos olhos , sim ele chorava como um bebe. Quando parou se acalmou lá disse:- Minha fêmea estas grávida, estas a espera de uma cria minha, pela Virgem Escrivã. Este é o dia mais feliz da minha vida, fomos abençoados com uma cria para complementar o nosso amor. - Branson largou-a e disse -  Agora vamos tens que arrumar as tuas coisas vamos embora deste lugar agora.
         Não foi precisa dizer duas vezes num instante eles estavam a caminho da sua casa, o que não demorou muito. A viagem foi rápida e sem incómodos, o que foi bom devido ao seu estado ela não podia fazer viagens muito atribuladas. Estava com 7 meses de gravidez e a barriguinha estava a crescer a olhos vistos. No final da gravidez, Branson teve que fazer o parto com as suas próprias mãos, ajudou o seu filhinho a nascer, e a tristeza disso tudo foi que Diana não resistiu e depois de tudo que passaram o seu amor não foi recompensado com a sua vida , mas pelo menos ficou com um lindo menino. Para se lembrar, que um dia houve uma linda fêmea chamada Diana que o fez feliz e ele a ela. Foram muito felizes, nem que seja só por um pare de meses. Ela morreu, mas o seu amor prevalecerá e tem uma cria para que o provar.
       

          A criança cresceu e é agora um guerreiro, como foi o seu pai. Luta com os seus irmãos, chama-se Danger e não tem vampiro mais feliz com a sua vida. Não teve mãe, mas seu pai valeu por dois. Cresceu e virou como vocês viram num homem de sonho, NÃO É FANTÁSTICO.

*nasan

3 comentários:

Gostei da história, foi muito fofa, mas é uma pena que ela tenha morrido no fim.

Eu acho que esta gente anda toda inspiradíssima! E fresquinha da cabeça, também...

Oh Meu Deus fui a única a chorar quando a Diana morreu?!?!?
AMEI!!!!!!!!!!!!